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Apresentação

A juventude corresponde ao ciclo da vida em que as escolhas são decisivas, novos projetos e novos hábitos estão em fase de construção e as decisões podem determinar não apenas o futuro dos jovens como da economia do país. Essas escolhas são feitas com base em valores, atitudes e preferências. Por isso, a viabilização de um Programa de Educação Financeira voltado aos jovens das escolas de Ensino Médio se constituiu numa estratégia fundamental para ajudá-los a enfrentar seus desafios cotidianos e a realizar seus sonhos individuais e coletivos.

Mas como fazer chegar à escola um programa que não fosse “mais um” no currículo do Ensino Médio? O desafio foi construir um programa em que alunos e professores se reconhecessem capazes, como cidadãos, de praticar o exercício pleno de seus direitos e deveres, deixando de serem beneficiários passivos de programas econômicos e sociais, para tornarem-se agentes de seu próprio desenvolvimento.

O modelo pedagógico concebido oferece aos jovens informações e orientações que contribuem na construção de um pensamento financeiro consistente e no desenvolvimento de comportamentos autônomos e saudáveis, permitindo que eles sejam os protagonistas de sua história, com plena capacidade para planejar o que desejam para si e para os grupos familiares e sociais a que pertencem.

Durante o período de 2010 a 2011 foi aplicado o projeto piloto em 891 escolas públicas de Ensino Médio de seis unidades de federação. Para conhecer os resultados deste projeto piloto, veja o documento “O impacto da educação financeira no Ensino Médio no Brasil“, produzido pela equipe do Banco Mundial, participante nesta avaliação.

Ser uma pessoa financeiramente educada significa muito mais do que dominar conceitos complexos, como juros, inflação e orçamento; significa ter comportamentos que permitam levar a vida de modo financeiramente saudável.

Coordenação e Execução dos Programas
MEMBROS DO COMITÊ NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA (CONEF)




    FONTE
    ALTO CONTRASTE